A capa bonita aí de cima é a do novo álbum do Green Day, que faz parte de um projeto um tanto quanto ambicioso. "Uno!" será o primeiro de três álbuns a serem lançados em sequêcia até janeiro de 2013. Tanta música nova, tomara que o trio liderado por Billie Joe retorne aos trilhos e tenha se inspirado principalmente em seus próprios primeiros álbuns. Aí boto fé.
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Enquanto isso, no Reino Unido, o Black Sabbath continua adiante nos processos de gravação do seu novo álbum. Apesar dos vários problemas ocorridos desde o fatídico 11/11/11, parece que o quarteto (ainda sem Ward, mas quem sabe?) já tem 15 músicas. Geezer afirma que o som tende ao old school, e quando se tem um produtor como Rick Rubin trabalhando pode-se esperar grandes coisas, apesar de que o Black Sabbath dispensa apresentações e produções externas.
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Em setembro teremos "Uno!" do Green Day, mas teremos novas do Muse também. O trio britânico volta lançando "The 2nd Law", e a espectativa por mais um grande trabalho dos caras é grande. Além do nome, a única informação referente ao novo CD é o trailer que segue:
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Enquanto isso, do outro lado do mundo (mais precisamente Austrália) o AC/DC dá pistas sobre um álbum derradeiro e uma última turnê. A turnê de "Black Ice" durou dois anos, foi extremamente massante, mas eles querem mais. Um último álbum com uma última passada pelo Brasil seria ótimo, mas é bom não ter grandes esperanças. Um novo CD é provável, mas shows gigantes e tours como a de 2008 dificilmente irão se repetir, como até os próprios membros afirmaram. A idade pesa!
O da cartola está pronto pra lançar seu novo álbum, "Apocalyptic Love!", dessa vez com Myles Kennedy, do Alter Bridge, de vocalista efetivo mesmo. O cara tá lançando uma faixa por dia para streaming, boa ideia. Ainda não tive a oportunidade de ouvir as demais faixas, mas "One Last Thrill" me agradou nas primeiras audições. Segue a faixa:
Essa tem uma peculiaridade para mim. Quase 10 anos atrás, eu escutava essa banda quase todos os dias e tudo o que eu queria era ir num show dos caras. Aí, eles enrolam para lançar álbum novo ("Minutes to Midnight", que considero razoável), e depois se perdem em "A Thousand Suns". Isso culminou no fato de que eu fui no show dos caras, mas acabei nem vendo direito. Fui no SWU pelo Queens mesmo. Agora tem novo CD aí, e seu primeiro single, "Burn it Down" é uma boa música, mas não passa disso. Definitivamente, o Linkin Park está tomando outros rumos mesmo, mas não tem como criticar os caras.
Dia 5 de junho sai o álbum "Lex Hives" dos caras, e tem faixa nova na praça. Trata-se de "Go Right Ahead", que é muito boa por sinal. Queria escutar mais os Hives, mas outras muitas bandas têm tomado o meu tempo, mas se as demais faixas do álbum seguirem essa linha, teremos mais um bom CD nas prateleiras esse ano.
O vocal do System of a Down não interrompeu sua carreira solo e vai lançar álbum novo esse ano (e o System, até agora nada), com lançamento previso para o dia 10 de julho. Segue abaixo a tracklist do novo CD, intitulado "Harakiri":
1. Cornucopia
2. Figure It Out
3. Ching Chime
4. Butterfly
5. Harakiri
6. Occupied Tears
7. Deafening Silence
8. Forget Me Knot
9. Reality TV
10. Uneducated Democracy
11. Weave On
Nada melhor do que receber novidades dos caras, né? Banda muito boa, com grandes sucessos nos anos 90, que ficou meio apagada na década passada, está de volta com álbum novo pra retomar os trilhos do sucesso. Pois bem, saiu mais uma faixa para streaming ("Cruising California (Bumpin’ In My Truck)") que eu prefiro nem compartilhar com vocês, meus caros. Ou os caras estão zoando todo mundo, ou eles perderam o que lhes restou de lucidez. Pra se ter uma noção, muitos comentários comparam a faixa a músicas da Katy Perry, e pior que parece mesmo. Realmente, fico com medo desse novo CD do Offspring. Mas, se mesmo assim está curioso pela faixa, ela tá no link ali em cima. Boa sorte.
Depois de um tempinho de férias, nada como voltar ao trabalho (que trabalho) no dia primeiro de maio. Coisa pra caramba aconteceu nesse tempo, como o rolo do Guns n' Roses no Hall of Fame (leia-se Axl Rose), a catástrofe que foi o Metal Open Air, além de novidades vindas de bandas como Green Day, Rush, Offspring (com direito a single novo) e Smashing Pumpkins! Muitas novidades por aí.
Mas falando em Rush (a banda do momento, confesso), eu não podia deixar essa passar em branco. Esse feriado de hoje me lembra uma música muito boa dos canadenses. Não sei porque ela me lembra esse dia, talvez por se chamar "Working Man". Essa é a dica do dia:
Algumas bandas mais sumidas nesses últimos meses - ou até anos - têm certas novidades para nós.
O Soundgarden, que já teve seu retorno anunciado a algum tempo, lançou essa semana um preview de uma canção nova, chamada "Live to Rise". Segue o trecho:
A música (dessa vez completa) estará na trilha sonora do filme "The Avengers", e a banda liderada pelos grandes vocais de Chris Cornell já lançou outras duas canções desde o seu retorno. Fortes indícios de que o primeiro álbum de inéditas em 16 anos saia esse ano ainda. Grandes expectativas.
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Outra banda sumida (mas que não estava em hiato) resolveu se manifestar: o Offspring anunciou que as gravações do sucessor do contestadíssimo "Rise and Fall, Rage and Grace", de 2008, estão finalizadas. Dexter Holland e sua turma precisam provar com esse álbum que continuam muito vivos no cenário. Ao que tudo indica, o álbum (sem título ainda) sai esse ano, e quando sair, quero ouvi-lo e analisá-lo bem, por pura curiosidade, pois quero saber que rumo uma banda típica e tão popular no início da década passada tomou.
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Atravessando o Pacífico, a Austrália não traz novidades tão empolgantes assim não. Os Jet anunciaram o encerramento de seus trabalhos, após três álbuns de estúdio. Banda que conheci a pouco tempo, mas que tive uma boa primeira impressão. É uma pena mesmo.
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E a expectativa aumenta: depois de Porto Alegre e Rio de Janeiro (nesta noite), é a vez de São Paulo receber o aclamado show The Wall Live, com Roger Waters. Ler a resenha do show de domingo só fez essa agonia aumentar. Estádio do Morumbi, São Paulo, dia 01/04. Piada pronta, mas até parece mentira. Ansiedade lá no alto, e claro, semana que vem minha humilde resenha do espetáculo. Para aliviar a tensão, segue uma prévia do que milhares de pessoas - como eu - verão. No vídeo, um momento único, talvez um último suspiro de Pink Floyd. Emocionante.
Nesses últimos dias, nada demais ocorreu por aí, a não ser rumores de dois álbuns novos pra logo. O já nomeado "Clockwork Angels", do Rush, sairá em maio, ao que tudo indica. De gravadora nova - Roadrunner -, o trio canadense está preparando também um livro sobre o álbum, escrito por Kevin J. Anderson, autor de ficção científica. A suspeita de que os caras estavam esperando a conclusão do livro pra lançar o álbum em conjunto foi descartada. Com isso, logo teremos trabalho novo do Rush, com produção da própria banda, e de Nick Raskulinecz. "Caravan" já foi lançado ano passado como primeiro single do álbum, ouvi agora a pouco e curti. Segue para audição abaixo, com a capa do single:
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Por falar em lançamento, os caras do Scars on Broadway estão dando indícios do lançamento de um CD de estúdio pra esse ano. Pra quem não sabe, o SOB é uma banda alternativa de Daron Malakian e John Dolmayan, guitarrista e baterista do System of a Down, respectivamente. O CD homônimo, lançado em 2008, já foi comentado por aqui, e portanto, a expectativa no novo álbum (até certo ponto, uma surpresa, por causa do retorno do SOAD) é grande. O site da banda foi atualizado, e tem um trecho de música inédita, que é bem animador por sinal.
Boas notícias pra esse ano, que promete no quesito shows por aqui, mas em lançamentos ainda tá engatinhando.
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E seguindo a tática dos Best of's, que já teve sua eficácia comprovada aqui, sigo agora ouvindo Queen e Raul Seixas, e já tenho engatilhado um Aerosmith pra mais tarde.
Nenhuma novidade de muito destaque essa semana, além do anúncio do show do Blur no Hyde Park, fazendo parte das festividades de encerramento das olimpíadas de Londres, no meio do ano. Os britânicos, que retornaram aos palcos - em sua formação original - em 2009, até agora pouco serviço têm mostrado. Bom, parece que foi virar o ano, e o quarteto resolveu se mexer. Se apresentaram no Brit Awards, tão tocando música inédita ("Under the Westway") por aí e parece que fim do ano tem álbum de inéditas nas prateleiras por aí. É animador, mas é vago ainda, não dá de por muita fé.
Outra banda sumida por aí é o Offspring. Fuçando por aí, descobri que ele tá escalado pra tocar no Rock in Rio Lisboa. Soube-se também que Dexter Holand e cia. estavam ano passado em estúdio pra gravar material novo. Mas isso já faz dez meses, e nada.
E Josh Homme, Joey Castillo e sua turma? O Queens of the Stone Age só lança comentários ao vento, indicando que algo sai esse ano, mas não temos nada de muito concreto. Já se vão cinco anos desde "Era Vulgaris", e a banda parece que não tem pressa de lançar algo novo ainda.
Enquanto esses preguiçosos aí curtem umas "férias", outros voltam a trabalhar. Ouvi hoje o single (bem tardio) novo do Van Halen e curti. Boa música, essa "Tattoo". Não foi uma das raras músicas que me empolgou de primeira, mas vale a audição.
Outro som bacana que ouvi hoje foi o novo do Mark Lannegan, voz marcante em alguns discos do QOTSA, e ex-Screaming Trees também, está com trabalho solo. "The Gravedigger's Song" já mexeu com minha curiosidade de ouvir o restante de seu trabalho solo. Fica a dica aí:
Pra começar, mais um dos Peppers. Os californianos lançaram o compacto para "Look Around", som com cara de single mesmo, mas ainda espero mais umas duas faixas. Parece que além dessa, que já toca por aqui exaustivamente, teremos "Did I Let You Know" lançada exclusivamente para o Brasil. Parece que a grande maioria do nosso povo curtiu essa, só eu que não fui convencido. Voltando a "Look Around", o clipe é muito bem produzido, o melhor dos três de "I'm With You" até agora na minha opinião.
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Continuando, temos canção nova da incançavel UFO na parada. Trata-se de "Fight Night", do novo álbum "Seven Deadly Sins", que será lançado mês que vem. Boa canção, os britânicos mantém a mesma pegada de 40 anos nessa nova canção, dá gosto ouvir essas guitarras. Pra ouvir, é aqui, pois essa não tem videoclipe por enquanto (pelo menos não achei). Segue a capa do novo CD:
Eu curti.
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Os Foo Fighters lançaram "These Days", música essa que Dave Grohl considera sua favorita desse novo trabalho. O clipe conta com imagens de shows na Oceania só por motivo de preguiça. O que vale é a canção mesmo, baita música essa, ótima escolha pra vender em single. Segue o vídeo:
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E por último, mas não menos importante, escutei a nova do The Cult. "Lucifer", faz parte de "Choice of Weapon", álbum de 10 faixas que será lançado em maio. Os vocais marcantes de Ian Astbury voltam ao Cult após cinco anos, e em alto estilo. Para ouvir essa, clique aqui. Outra sem clipe ainda, isso se for produzido um, pois essa não é single ainda. Do lado, a bunichinha capa do novo álbum.
Pois é, e nessa semana em que tivemos o Guns n' Roses e os Peppers entrando no Rock and Roll Hall of Fame (você tem esperança de ver a formação clássica do Guns na apresentação?), o destaque vai para o Nirvana. Na verdade, nem o Nirvana, nem o Chris Novoselic, nem o Dave Grohl nem a Courtney Love fez algo. Os fãs se manifestaram, e parece que Smells Like Teen Spirit vai ser relançado, para ficar em primeiro nas paradas britânicas durante o natal. O single será vendido em vinis de 7 polegadas.
Kurt Cobain e sua trupe de volta às paradas?
Acho essa uma grande ideia, e isso já aconteceu outra vez, com Killing in the Name, sucesso do Rage Against the Machine. A ideia de relançar o single é boa para, acima de tudo, recolocar o nome de bandas clássicas nas paradas de volta. É bom para a imagem da banda, a divulgação mais acentuada do repertório, além de as rádios ganharem mais qualidade musical em sua programação. Tomara que seja uma iniciativa a ser seguida por outras gravadoras.
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E só pra lembrar, dia 08/12 é uma data marcada na história do rock. Mas não pelo lado bom. Enquanto em 1980 John Lennon era assassinado por um 'Fã' quando chegava ao seu hotel, em 2004 Dimebag Darrel era assassinato por outro 'Fã', mas nesse caso no meio de seu próprio show. No caso do ex-Pantera, outras três pessoas - além do atirador - morreram. Duas tragédias que marcaram mesmo.
Saiu faz alguns dias já mas, como eu estava morrendo, não conta. O Red Hot lançou agora Monarchy of Roses que, como já imaginava, virou single e ganhou clipe. Belo clipe por sinal, e comparado ao que eu tinha ouvido, a guitarra tem bem mais destaque no som do clipe, ficou bem mais interessante. Segue aí:
Duas boas dicas para os próximos singles dos Peppers? Brendan's Death Song e Goodbye Hooray. Continua me ouvindo, Rick Rubin!
Rammstein: mais teasers do novo vídeo estão online
Depois de algumas semanas, voltei a escutar Rammstein (tava enjoado por um tempo, ahuah) e ouvi a nova "Mein Land". Ótima faixa, que vai ser oficialmente lançada amanhã, no tão esperado dia 11 (Mas porque tão esperado, Julio?). Agora, os teasers que eles estão lançando pra promover o single são demais, bem cara de Tim Lindermann e cia.. O vídeos se encontram no link acima. E abaixo, pode-se imaginar o que vem pela frente, ahahhahaha:
Led Zeppelin: Robert Plant joga pá de cal definitiva
Tá certo que tem fãs sonhadores que imaginam a volta do trio clássico mais Jason Bonham. Eu também acharia uma boa ideia, pelo menos fazer shows em tributo, sem materiais novos. Mas não imaginava que precisava de declaração do Robert Plan -e do próprio Bonham- para encerrar esse assunto. É uma pena.
UFO: em estúdio preparando seu novo trabalho
Tenho escutado UFO com uma certa regularidade, confesso que não conhecia seus trabalhos meses atrás. Mas é admirável como uma banda com tanta história se mantém viva no tempo, lançando trabalhos com regularidade. Nesse quesito, só consigo compará-los ao Lynyrd Skynyrd e aos Rolling Stones.
SWU: organização nega possibilidade de cancelamento
Isso poderia ocorrer devido a um processo judicial, que questiona os valores dos ingressos do ano passado. Fui lesado financeiramente? FODA-SE, valeu a pena mesmo assim! \,,/_
Depois de muitas resenhas lidas, além de muitas audições, chego à conclusão de que o novo álbum dos Peppers não veio apenas para 'preencher uma lacuna' no tempo: após cinco anos e sem John Frusciante, os RHCP lançam um álbum conciso, inovador e ao mesmo tempo clássico dos caras da Califórnia.
O que eu esperava, por não contar com Frusciante em sua produção, era algum trabalho mais parecido com One Hot Minute, sem grandes candidatos a sucesso, e com certas músicas experimentais em demasia. Só não esperava uma passagem tão sombria como a de 1995.
Klinghofer caiu como uma luva no RHCP
O registro inicia com um grande candidato a single, ao meu ver. Monarchy of Roses começa com muitos efeitos, me lembrando justamente, um single de One Hot Minute: Warped. Mas isso só fica nos segundos iniciais, logo depois essa sensação fica pra trás e a música vai conduzindo de forma mais lenta e tranquila para desaguar num ótimo refrão. A pegada da música inicial é boa o suficiente pra animar a audição das demais, que segue com a ótima Factory of Faith, que tem uma boa pegada e o baixo marcante de Flea. Seguindo, temos Brendan's Death Song, que me lembra faixas consagradas deles como Dosed e Snow. O momento de entrada das baquetas de Chad Smith é providencial, e a música evolui de forma empolgante, principalmente levada pela grande composição da guitarra. Grande som, bom pra single, também. Ethiopia começa mostrando os dotes de Micheal Balzary no baixo, e tem grande refrão. Depois, mais uma pausa para uma canção mais tranquila: Annie Wants a Baby merece atenção pelo vocal e pela levada de guitarra no decorrer dela, além de ter um segundo refrão muito bom. Voltando ao agito, Look Around tem uma levada de mais groove que as demais faixas, e Tony Kiedis se destaca no grande refrão. The Adventures of Raindance Maggie segue a linha groove, mas apresentando um refrão mais pegajoso. A seguir, a estranha Did I let You Know? que tem forte pegada caribenha, pela sua melodia. Achei estranha sim, ao contrário de muitas outras resenhas. O trompete na faixa é o grande destaque dessa que é bem trabalhada, mas para mim, o ponto baixo do registro. Goodbye Hooray me prendeu a atenção desde a primeira audição, considero essa a melhor do álbum. Agitada, com rápidas sessões na bateria, possui um refrão poderoso e uma guitarra vibrante, sem falar do excelente baixo que Flea nos proporciona novamente, culminando num 'solo' incrível. Ótima pra explodir nas rádios. Happiness Loves Company apresenta-nos um piano, inédito para os Peppers, e tem a bateria como outro destaque; Police Station começa lenta, mas possui um grande refrão, que na segunda passagem ganha muito corpo com o grande backin' vocal de Klinghofer. Backin vocal esse que me lembra Midnight, uma das minhas preferidas com Frusciante cantando ao fundo. Junte esse esse elemento à grande contribuição do piano, e se tem uma das melhores canções de I'm With You. Depois, temos Even You, Brutus?, que começa de uma forma um tanto quanto diferente, mas possui grande refrão. Meet Me At The Corner me leva ao passado, lembrando alguma faixa perdida de Californication. Grande evolução dessa que, faltando cerca de 1:30 pra acabar, ganha uma melodia inconfundível, hipnotizante. Pra encerrar, temos Dance, Dance, Dance, que comos outros já citaram, não foi grande escolha pra encerrar esse grande álbum, mas segue o alto nível de composição dos Peppers.
Enfim, I'm With You tem como destaque a inovação (os trompetes, o piano, além de teclados) além de abusarem do baixo, mais que o normal. A guitarra não ganha tanto destaque, mas Josh Klinghofer cumpre com maestria seu papel, fazendo até ótimos backin' vocals. Pra mim, um grande álbum, bastante homogêneo, e diferente de muita coisa que esses caras já fizeram. Sem um candidato a um grande hit, mas também sem alguma 'grande decepção'. Belo álbum, que me anima ainda mais pro show do dia 21.
Abaixo, a minha preferida desse álbum, ao vivo na Alemanha:
Ao som de Scumbag Blues, da ótima Them Crooked Vultures - aliás, tenho que falar dessa banda qualquer dia desses -, segue o que de mais relevante aconteceu no fim de semana.
Ontem, dia 21, completou-se 22 anos anos do falecimento do grande Raul Seixas, aquele eternizado nos showzinhos de bairro, pois seu nome é sempre lembrado por algum bêbado -geralmente- que ao som de um Iron Maiden da vida solta, com o que sobrou de seu pulmão, um sonoro "Toca Raul!". Essa não ficou marcada à toa, esse cara fez a história da música brasileira, apesar de o Pedra Letícia dizer que não toca Raul.
Minha playlist segue com UFO e Led Zeppelin (Communication Breakdown cai bem em qualquer momento), e as notícias -não tão novas- que o fim de semana trouxe são boas. Ter bandas como Stone Temple Pilots e Alice in Chains no SWU é uma boa, o evento vai ganhando corpo, e, se bobear, sairá com um set bem melhor que o do concorrente do Rio de Janeiro. Por enquanto, a lista é formada basicamente por bandas de sucesso nos anos 80 e início dos 90. Acredito ainda que esse set vai ganhar mais peso e fazer muita gente se arrepender de já ter decidido pelo Pop n' Rio. Pronto Falei!
Uma imagem sempre torna o post mais bonito
Fui passando as músicas aqui, eis que me deparo com a grande Detroit Rock City, clássica do Kiss.
Para encerrar as novas desse corriqueiro fim de semana de agosto, foi confirmado mais um show do Pearl Jam no Brasil (segundo em São Paulo). E foi anunciado o nome e data de lançamento do novo trabalho do Metallica (com Lou Reed): dia 31 de outubro vêm às lojas "Lulu". Isso mesmo, é esse o nome do álbum de James Hetfield e cia com o ex-líder do Velvet Underground. É sério.
Issaê, sem mais por hoje, agora pirando com War Pigs, torcendo para um desfecho positivo no caso Black Sabbath.
E nesse exato momento estou aqui, a curtir The Adventures Of Rain Dance Maggie, novo single do Red Hot Chili Peppers. Muito boa a faixa. Por sinal, estou criando boas expectativas sobre I'm with you, primeiro álbum em 5 anos que chega mês que vem. A faixa começa mostrando o característico baixo de Flea, vem numa pegada mais groove, algo que me lembra algumas faixas de Blood Sugar Sex Magic, clássico de 92 e que impulsionou o sucesso dos Peppers. Consegue-se perceber alguma diferença na sonoridade, com menos guitarra e tudo mais, só que faixas como Charlie, do próprio Stadium Arcadium até, soam bem parecidas com essa.
Melhor arte de álbum, junto com Californication: o que não significa grandes coisas.
Curti o primeiro single, agora é esperar o álbum, e estudá-lo bastante. Confirmei meu lugar no show dos Peppers dia 21 em São Paulo, assim como dia 01/10, no System of a Down. Com certeza, esse ano já está pra história. E ano que vem, com a vinda do Foo Fighters, posso finalizar meu ciclo de shows por algum tempo, e estarei satisfeito, uma vez que terei visto todos os shows do meu "Big Four": Queens of The Stone Age, Red Hot Chilli Peppers, System of a Down e Foo Fighters.
Só torço muito para que Wolfmother não venha pra cá logo, não terei grana nem almoçar direito por esses dias.
Segue aí a nova dos Peppers:
Massa essa capa, Kiedis num visual "Under the Bridge"
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Essa semana também teve outro single saindo por ai. Após quase 7 anos, o Blink 182 lança "Up all night", que é bem diferente da sonoridade tradicional da banda, mas mesmo assim não deixa de ser boa. Vale escutar:
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Muito bom saber que essas bandas estão de volta à ativa: tivemos o Limp Bizkit lançando a elogiada "Gold Cobra" no início do ano, além do System of a Down, que prometem coisa nova pra breve.
Nessa semana do rock, as melhores notícias: dois shows confirmados e muita música nova! \,,,/_
Cheguei à conclusão de que o rock que está na minha cabeça dessa vez é essa música agora. Essa é uma banda que conheço pouco, e que me dá preguiça de conhecer mais. Incubus me parece ser uma ótima banda, mas sei lá, as baladas que eles lançam - e que eu conheço - não me agradam, e com isso acho que todas as músicas tem o mesmo estilo. Mas esse não é o caso de "Adolescents", lançada esse ano. O primeiro single do recém-lançado álbum "If Not Now, When?" não foi uma canção que me viciou de primeira. Quando soube do lançamento do novo CD, resolvi baixar a música só pra ver se valeria a pena investir na banda, e olha, acredito que sim. Até final do ano passado, minha cultura em Incubus se resumia à famosa "Stellar", que até hoje acho uma baita música. Mas aí veio o SWU. Até aquele dia não conhecia nenhuma das músicas que eles apresentaram no set, mas mesmo assim achei o show muito bom, curti demais mesmo, claro que depois do querido QOTSA. A música que abriu o show me chamou a atenção e eu fiquei escutando ela por um bom tempo, pouco antes de eu me viciar em "Seven Nation Army", a primeira que postei aqui. "Megalomaniac" é viciante também, mas é bem mais agitada que o novo single dos caras. O clipe é uma produção simples, mas é muito bem feito. Segue abaixo.
Quando escutei "Adolescents", considerei ela uma música qualquer, não me chamou atenção nenhuma na primeira audição. Essa música me chamou atenção aos poucos, e quando vi o clipe pela primeira vez, ai não teve jeito. O refrão é muito bom, a letra da música e o ritmo que a bateria vai levando ao longo da composição são ótimos, e a canção culmina com um belo solinho de guitarra. Enfim, essa música me fez pensar novamente nessa banda, e acho que vale conhecer mais esse som, pois a banda surgiu numa época que eu gosto muito do rock, os anos 90, e que continua fazendo um som consistente, sem mudar drasticamente ao longo dos anos, uma vez que as músicas que eu conheço estão espalhadas ao longo de toda a discografia do Incubus.
Bom, é isso ae, essa é a música tá na minha mente faz alguns dias.
Chego em casa, e eis que finalmente me deparo com o que estava esperando pra mais de semana. Vejo aquele papelão em cima da cama, abri com todo o cuidado do mundo, e já vou rasgando a capinha de plástico para olhar o encarte. A quanto tempo não tinha a sensação de comprar um CD (ou de ganhar).
Resolvi unir o útil ao agradável, quando descobri que o Queens of the Stone Age estava para relançar seu álbum "Debut", de 1998. Comprei, e não me arrependo, como em qualquer outra aquisição que eu tenha feito relacionada à música. Claro, eu já tinha esse álbum, na sua versão original, baixado. Mas não há nada igual à sensação de comprar um CD e curtir o encarte enquanto vai curtindo as músicas.
A primeira vez que escutei o QOTSA faz uns cinco anos. 'In my head' era disparada minha música preferida na trilha sonora de um jogo tal chamado 'Need For Speed Underground', o 2 até, se não me falha a memória. O tempo passou, e eu sofri calado, não deu pra tirar ela do pensamento, e meu conhecimento sobre a banda só se resumia a isso. Até que um certo dia, estava eu ocioso no youtube e resolvo ver o vídeo de uma tal música chamada 'Go with the flow'. Acredito que foi a única música até hoje que me deixou totalmente vidrado no som, a ponto de repetir várias vezes o mesmo vídeo, NA PRIMEIRA VEZ QUE OUVIA A MÚSICA. Nunca mais isso me aconteceu, com nenhuma outra banda. Daí pra frente foi só conhecer todo o repertório da banda e curtir a que foi considerada por muitos a melhor apresentação internacional no Brasil (tirando Paul McCartney, claro).
Sobre o CD. O Self-Titled relançado esse mês (remasterizado) começa com tudo: toda a pegada stoner presende na marcante "Regular John", onde a guitarra marca e o refrão martela na cabeça por algum tempo. Segue com "Avon", com muita pegada e belos solos de guitarra, e de bateria. "If only" marca pelo seu riff, logo nos primeiros acordes ela já ganha sua atenção. O álbum prossegue com "Walking on the sidewalks", "You would know" e aquela que até então era desconhecida pra mim. "The bronze" já foi apresentada várias vezes pela turma de Joshua Homme, mas nunca havia sido lançada oficialmente. Grande música essa. "How to handle a hope", tem a sua pegada, e segue a linha das músicas mais agitadas do primeiro álbum. "Mexicola" é a minha preferida do álbum, e uma das melhores de toda a carreira do Queens. A intro no baixo é marcante, bem como toda a composição do instrumento, que dita o ritmo de toda a música. "Hispanic Impressions" e "You can't quit me baby" são canções que mostram o que os próprios membros da banda definem como o 'stoner rock': melodias repetitivas, que fazem você viajar, sem necessidade de drogas ou alucinógenos. "These aren't the droids you're looking for", instrumental, curti à primeira passada, aqueles riffs repetitivos causam uma estranha calma. Voltando à pegada, à batida, ao Rock and Roll, temos a ótima "Give the mule what he wants", que também merece um destaque no baixo, mas quando a guitarra entra, é ai que vemos pra que o Queens veio, pra que o QOTSA surgiu. "Spiders and vinegaroons" é outra nova, tenho que escutar mais ainda, é outra instrumental, aparentemente mais lenta que a anterior. O álbum termina com "I was a teenage handmodel", certamente a música mais estranha do CD. Isso porque ela é de uma calma, de uma leveza que chega a causar espanto. Apesar de o álbum perder velocidade e ganhar uma pegada mais 'viagem' ao longo de sua execução, ninguém conseguiria imaginar o álbum terminando da forma como termina. Música fantástica, que impressiona e mostra que os caras tinham algo a mais, o que foi comprovado ao longo dos anos: sua versatilidade e criatividade para inovar na composição das músicas.
Por fim, é um grande álbum, que marcou o início de uma das melhores (se não a melhor) banda dessa tão contestada década passada.
Nada como um bom domingo para praticar aquilo que alguns evitam, enquanto outros sabem muito bem como lidar: o ócio. Ao ritmo de Free Bird, da lendária Lynyrd Skynyrd, vamos às notícias do mundo do rock por ae:
* Oloko, brasileiro excursionando na europa com o Big Four! Bela new essa aí. Aquitem ainda o comentário do guitarrista oficial, Scott Ian, que vai se ausentar por um período para se dedicar à familia, mais precisamente ao nascimento do primeiro filho. Que cara de família! ahahha
* Bom, até ano passado, minha cultura em Incubus se resumia a 'Stellar', graças ao Guitar Hero ainda. No SWU, foi o show que eu presenciei melhor, e eu gostei do que vi. Gostei de 'Megalomaniac', que é daquelas que fazem parte da trilha sonora diária agora. Ainda não me empolgou muito, mas o estilo da banda me agrada, quero conferir mais de perto esse novo trabalho dos caras, vale a pena.
* Issaê, cada um ajudando da sua forma. Pro Iron Maiden, foi a melhor estratégia possível porque, Ô bandinha pra vender camisa! Não tem pra bater os caras nesse quesito, apesar de a banda não fazer meu estilo, e eu ser possivelmente um dos poucos que não tiveram e não tem pretensão de ter uma camisa deles. Brincadeiras a parte, bela atitude.
* Estou à espera, to começando a escutar mais essa banda. 'I Bet You Look Good On The Dancefloor' é uma das melhores deles, tenho boas espectativas pra esse novo trabalho.
* A série eu nunca vi, e musicais não fazem a minha cabeça também. Mas o ponto em questão nessa notícia é o modo como a produção do seriado trata os artistas que recusam o convite. Nem todo mundo quer participar, e nem é obrigado. Slash já recusou, e viu o produtor Ryan Murphy o chamando de 'Roqueiro velho'. Os caras do Kings of Leon fizeram o mesmo, e foram chamados de otários e esnobes. Desnecessário isso, né?
Agora estou eu aqui, curtindo loucamente YYZ, do Rush. Todas as referências que eu tinha deles eram péssimas, que as músicas não são legais e tal. Pelo menos YYZ e Cold Fire eu tenho que escutar todo dia. Os caras mandam muito, estão entre os melhores nos seus instrumentos, e enfim, eles são fodas. Acho que vou dar uma chance pra eles, e finalmente conhecer o trabalho deles. Afinal, nunca é tarde.
Como minha rotina voltou ao normal faz umas três semanas, fico sem tempo nenhum pra isso aqui, mas de vez em quando aparecerei. Nesse meio tempo aconteceu tanta coisa, e eu não to afim de pegar links e fontes. Só os comentários já bastam.
Boas notícias aconteceram nesse período: Foo Fighters esquentando os motores para o lançamento de Wasting Light; System of a Down desbancando Guns n' Roses na votação popular para escolha de bandas para o Rock in Rio (eu contribuí para isso); e o possível retorno do Rammstein pras bandas de cá ainda esse ano.
No assunto da banda do Dave, os caras estão me animando com as músicas e a propaganda do CD. Acho que vai ser muito bom. Já reservo minha grana pra tirar esse álbum (aliás, faz muito tempo que não compro um), e também o relançamento do Self-Titled do Queens of the Stone Age, que eu estou me conçando pra baixar, mas quero ouvir do CD. Os elogios à regravação do álbum são várias, fora que tem três músicas 'inéditas'. Esse é o mês de comprar CD pelo visto.
Quanto à votação, fui surpreendido por ela justamente quando estava procurando informações sobre o lançamento do 'Queens of the Stone Age' quando me deparei com isso. Quando vi as opções, me animei: Arctic Monkeys, Muse, Soundgarden, Strokes, Eric Clapton, SOAD e Guns (se não me falha a memória, são esses ai, acredito que faltou algum, mas dane-se). Curto demais Muse, SOAD, e Guns, mas gosto bastante das outras opções. Mas desde o anúncio do Rock in Rio pra cá devolta e pensava no System voltando e tocando aqui. E como o Guns perdeu sua magia, e Muse tava muito atrás na votação, votei neles, algumas vezes. Ah, lembrei agora, Linkin Park também estava, não vou editar esse post não. Eu já curti muito Linkin Park, mas no SWU eu saí de perto do palco e fui deitar na grama quando eles começaram. Enfim, desencantou.
Quanto ao retorno da bandinha alemã pra cá: eu quase fui no show do ano passado, mas faltou money, fui só pro SWU. Depois quase me arrependo de não vender meu corpo pra conseguir uns trocos. E agora nesse começo de ano, só tenho escutado isso. Minha descendência germânica não falha. Os caras têm muita música boa que eu não conhecia, fora o show que é um espetáculo a parte, uma mistura de aparesentação teatral com circo, e você não é o palhaço. Dessa vez quero ver se vou no show, se tudo confirmar.
Enfim, estou ferrado, cheio de dívidas que eu nem criei ainda. E sem tempo pra nada, nem pra esse modesto blog.
Um dia após lançar o clipe da nova música White Limo, o Foo Fighters confirmou o titulo e tracklist de seu sétimo disco de estúdio. "Wasting Light" será lançado no dia 12 de abril pela Roswell/RCA, com onze faixas.
A banda já descreveu esse como o disco mais pesado de sua carreira. Ontem, o grupo liberou o clipe da música White Limo, que mostra a volta do Foo Fighters ao peso do início de carreira.
* Tinha ouvido falar que o clipe parecia algo caseiro, pois foi gravado em VHS. E é, ficou extremamente caseiro, e quanto ao som, gostei bastante, realmente o som tá mais pesado. O negócio é esperar o lançamento. Abaixo, o vídeo:
O Queens of the Stone Age irá relançar o seu primeiro e raro disco em março com novo projeto gráfico e faixas bônus. Para celebrar a ocasião a banda marcou um show para o dia 17 de maio em Londres. Além do álbum na íntegra o líder Josh Homme promete tocar também lados b de compactos e demais faixas do período. O cd também sairá no Brasil via LAB 344.
* Quero ver como vou arranjar tanta grana (TCHÊ!), mas esse é mais um pra minha lista de compras. E quanto ao show, é por isso que gosto tanto de Londres, os caras vivem lá, e po, tocar um disco na íntegra, achei muito massa, além de original, coisa somente pros fãs da banda mesmo. E agora, só a nível de comédia, as manchetes a seguir:
E, quanto ao Grammy, o grande destaque vai para a banda Arcade Fire, que superou as estrelas pop's do momento e conquistou o prêmio mais desejado, o de Melhor Álbum. 'The Suburbs' foi o resposável pelo feito de desbancar Eminen, Justin Bieber, Kate Perry, Lady Gaga e afins. Muito bom isso, me surpreendeu positivamente. Eu já tinha ouvido falar na banda, agora ela me interessou ainda mais. E o outro destaque vai para a banda britânica Muse, que faturou o prêmio de Melhor Álbum de Rock, desbancando nomes como Neil Young e Pearl Jam. Abaixo os vencedores das categorias relacionadas ao nosso bom e velho Rock n' Roll:
Melhor Perfomance Vocal Solo de Rock Helter Skelter - Paul McCartney
Melhor Performance Vocal por Duo ou Grupo de Rock Tighten Up - The Black Keys
Melhor Performance de Hard Rock New Fang - Them Crooked Vultures
Melhor Performance de Metal El Dorado - Iron Maiden
Melhor Performance Instrumental de Metal Hammerhead - Jeff Beck
Melhor Canção de Rock Angry World - Neil Young
Melhor Álbum de Rock The Resistance - Muse
Quando descobri o início dos trabalhos do Them Crooked Vultures, me animei um monte, afinal três dos meus músicos favoritos numa mesma banda é de se esperar algo épico. Escutei um pouco, e não me empolgou, mas de qualquer forma, parabéns pra John Paul Jones, Dave Grohl e Josh Homme. Outro destaque, que eu só fui perceber agora, foi a premiação dada ao The Doors, de 'Melhor Vídeo Musical', pela música When You're Strange.
Estava eu aqui ouvindo um System of a Down alopradamente e visitando o Whiplash!, quando lembro que tenho um blog. Sim! E estou aqui. E duas manchetes me chamaram a atenção no dia de hoje, lá vai:
* Tenho de concordar que a campanha é muito bonita e tal, mas o Guns tem sido criticado em vários shows mundo afora, não me animo mais com a banda como antigamente. Além do fator extra-palco, a banda caiu de nível nos últimos anos. E não dá de creditar isso ao desmanche aque a banda passou no fim da década de 90, se pelo menos o Buckethead continuasse seria bom. Mas com certeza, se vierem pro RIR, vai ser sucesso de público, sem dúvidas.
* E eu iria até comentar sobre a nova música, quando percebi o parágrafo logo acima do vídeo:
Além de mostrar a letra da música, o vídeo é composto por fotos das apresentações que irão aparecer no próximo DVD da banda. O novo som, com certeza, irá agradar os fãs mais antigos do Green Day, pois lembra bastante os álbuns “Insomniac” e “Nimrod”.
Foi bem isso o que percebi, lembra bastante essa época de ouro do Green Day, se continuar nessa pegada, o que pode vir mais pra frente será muito bom.
Eu sou um dos fãs mais antigos do Green Day. HAHAHAHAHA
Após dois anos parada e da saída de John Frusciante, a banda californiana Red Hot Chili Peppers começou a produzir seu novo disco. Com o novo guitarrista Josh Klinghoffer, que era o músico de suporte na turnê mundial de “Stadium Arcadium”, a banda admite que a sonoridadeda banda sofrerá mudanças.
“É uma nova direção, porque nós temos um novo guitarrista e ele é um muito fantástico, então é óbvio que irá mudar”, disse Chad Smith à Grammy Camp. [...]
* Da última vez que isso aconteceu, o resultado não foi muito bom. 'One Hot Minute' vendeu pouco e só 'Aeroplane' se salvou na mídia. Mas eu simplesmente curti muito a sonoridade desse álbum, tem muita música boa. A saída de Frusciante é uma baita perca, mas eu nem lamento tanto quanto muitos têm lamentado. O cara é fera, tecnicamente falando ele é muito bom, além de ser um ótimo backin vocal, mas eu nunca vi ele tocando ao vivo músicas que ele não gravou! Eu gostaria de ver os Peppers tocando coisas como 'Aeroplane', 'Higher Ground', 'Knock me Down' e 'Fight Like a Brave' ao vivo. Pode ser que não toquem nada disso, mas mesmo assim dou um voto de confiança no Klinghoffer (o da foto, trabalhando fortemente).
Artigo do G1 relata que Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, disse que a banda começará a gravar o novo álbum na semana que vem.
O cantor afirmou ainda que o grupo tem planos para uma turnê após o fim das gravações do programa "American Idol", inclusive adiantando que já tem shows agendados para os meses de novembro e dezembro. Os shows acontecerão, provavelmente, na América do Sul e Japão.
* A cada dia que passa, minha esperança de que o ano promete aumenta. Muita música nova de bandas boas, e muitas bandas boas passando por aqui, nem que seja no país vizinho né. Ah, essa veio originalmente do G1.
[...]Depois do memorável show debaixo de chuva em Nuñez, o CRÜE voltará no marco de seu trigésimo aniversário, repassando todos os clássicos de sua discografia.[...]
* Impressão minha ou todas as bandas de repente passaram a admirar a América do Sul? Bom pra nós \o/