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9.2.13

Rock da vez [13]

Pois é, e pintou mesmo The Black Keys na mesma noite do Queens no Lolla. Show de bola. Dois shows que eu gostaria de ver em um mesmo nada, não poderia ser melhor. E o The Black Keys, para mim, ainda continua naquela fase de me surpreender com muitas músicas que eu não havia prestado atenção ainda, ao contrário do QotSA, que eu conheço desde o debut até o Era Vulgaris. Então não seria surpresa alguma música dessa dupla de blues-rock (?) aparecer por aqui. Dessa vez, Ten Cent Pistol me surpreendeu pela sua levada, pelo seu ritmo. Um refrão potente, sem deixar de ser leve. Para mim, o grande trunfo dessa faixa de Brothers (2010) é o fato de ter a mesma pegada calma durante os seus 4m30 e não me deixar com vontade de segurar o forward. Bora escutar:



12.10.12

Lolla is Back!

 
 
E surpreendentemente, temos mais uma vez as Rainhas da Idade da Pedra de Palm Desert, Califórnia, pisando em terras tupiniquins. O Queens of the Stone Age apareceu do nada no ótimo set para o Lollapalooza 2013. Depois do Lollapalooza desse ano, fiquei satisfeito com meu histórico de shows e defini que só voltaria a investir (e realmente é um investimento) em algo desse tipo para ver o Queens novamente. E isso não quer dizer que não fiquei satisfeito com o que vi no SWU, em 2010. Na verdade, apesar dos problemas técnicos (o único show a atrasar, e ainda 50 minutos!), e do tempo encurtado (menos de uma hora), o show foi do duka. Não esperava nem um pouco que Johsua Homme e cia. viesse para cá tão logo, e se bobear os caras já estarão desfilando músicas do novo álbum (lá se vão 6 anos sem inéditas). Tudo pra ser histórico.
 
Só espero que a organização do Lolla olhe bem para o stoner e de a ele um pouco mais de tempo para respirar e dar uma mostra de sua qualidade ao público. Talvez a campanha involuntária realizada por muitos no Lolla 2012, com camisas do QOTSA (eu tava junto!) tenha ajudado nessa convocação. Por não ser um headliner, corre o risco de o Queens ficar deslocado no cast e ter outra apresentação curta. Mas é como se fosse um headliner "secundário", então esperamos no mínimo uma hora e meia de pancada e piração que o stoner e o desert propiciam.
 
No SWU, senti falta dos clássicos no Debut dos caras ("Mexicola" e "Regular John" principalmente), bem como outras lendas como "Better Living Through Chemistry" e "Millionaire". De qualquer forma, foi o melhor dos shows que eu já fui, pois curti todas as músicas, do início ao fim, até a zoada "3's & 7's", onde o Troy Van Leeuwen teve que se virar com sua guitarra desafinada, haeuheauheauhea.
 
Só pra lembrar, uma fração do que rolou em 2010:
 
  
 
Mas está aí, o QOTSA ganha uma terceira chance. Isso porque os caram foram zoados por mais de cem mil pessoas que queriam ver Sepultura no RIR3, quando ainda eram desconhecidos, e tiveram problemas técnicos (roadie troll, leia-se) no SWU, apesar do ótimo show. Mais uma vez estarei em São Paulo, com certeza. E, se pintar The Black Keys ou Kaiser Chiefs no mesmo dia, melhor ainda.

1.5.12

Dia do Trabalhador e Novo Single! [6]

Depois de um tempinho de férias, nada como voltar ao trabalho (que trabalho) no dia primeiro de maio. Coisa pra caramba aconteceu nesse tempo, como o rolo do Guns n' Roses no Hall of Fame (leia-se Axl Rose), a catástrofe que foi o Metal Open Air, além de novidades vindas de bandas como Green Day, Rush, Offspring (com direito a single novo) e Smashing Pumpkins! Muitas novidades por aí.

Mas falando em Rush (a banda do momento, confesso), eu não podia deixar essa passar em branco. Esse feriado de hoje me lembra uma música muito boa dos canadenses. Não sei porque ela me lembra esse dia, talvez por se chamar "Working Man". Essa é a dica do dia:


Bom feriado, trabalhadores!

11.4.12

Jockey Clube, 07/04/2012



Ficou evidente desde a escalação das bandas, que o primeiro dia do Lollapalooza Brasil se resumia em um show do Foo Fighters com várias bandas de abertura. Talvez esse efeito fosse um pouco minimizado se a banda liderada por Dave Grohl fizesse mais alguns shows por aqui.

O sol escaldante da capital paulista não acalmou os ânimos da multidão que crescia em número dentro do Jóquei Clube. A organização da entrada foi muito boa e rapidamente já estava pisando na grama. Começando a tarde com Wander Wildner, que apresentou um ótimo show, onde faltou apenas a clássica "Eu tenho uma camiseta escrita eu te amo" (pelo menos não cheguei a tempo de ouvir). Passado alguns minutos na sombra ao som de Marcelo Nova, o Cage the Elephant sobe ao palco Butantã as 15 em ponto e fez uma boa apresentação também. O frontman da banda tinha uma grande presença de palco e na segunda música já tinha se atirado na plateía, que foi a loucura. O cara tava no brilho, só pode. Conhecia algumas músicas da apresentação, e me pareceu que o som estava meio prejudicado, principalmente na guitarra e no vocal. Os destaques vão para músicas como a de abertura "In One Ear" e "Back Against the Wall". Mas os sol escaldante me fez procurar uma sombra antes do fim dessa apresentação.

Wander Wildner no Palco Butantã

Sendo testemunha do êxodo de pessoas que estavam no palco Butantã para o palco Cidade Jardim (o do Foo Fighters), chegamos a conclusão que seria melhor se bandear para aqueles lados o quanto antes. Com isso, conferi o agitado show d'O Rappa, que é um grupo que respeito, e fez a galera cantar vários clássicos do grupo de Falcão e cia. Show bom, o que fazia o tempo não demorar tanto a passar. Quando acabou o show do O Rappa, algumas pessoas até que se retiraram do palco Cidade Jardim, mas já era perceptível que milhares de pessoas já iam ficar por ali desde as 5 até as 8h30, horário do Foo Fighters. Nesse meio tempo, 1 hora de fila pra comprar comes & bebes pro pessoal (deveria ter comprado todos os tickets antes), onde era tudo múltiplo de 4 reais. Ô cotação mais alta dessa tal de "Pilapalooza"! Mas tudo bem. Até voltar ao lugar que "reservamos", TV on the Radio já estava no palco, e presenciei um bom show. Gostei mesmo, mas como estava me preparando para mais tarde, preferi ficar sentado/deitado, assim acabei só ouvindo o show inteiro quase. Depois disso, mais 1h15 de espera, que até não demorou tanto.

Isso porque o Foo Fighters subiu ao palco com uma pontualidade invejável (digno de Guns n' Roses), e ali já ganhava muitos pontos com o público. A expressão de Dave Grohl, de alegria, de satisfação por estar no Brasil após 12 anos estava estampada no seu rosto. E no meio daquele agito inicial entre banda e platéia, surgem os riffs iniciais de "All My Life". Muitos não esperavam essa música para abrir o show, inclusive eu. A surpresa foi muito boa, logo de cara eles soltam uma de minhas preferidas. Não deixando o público ficar parado, eles disparam a clássica "Times Like These" e "Rope", um dos singles do último álbum. Depois de todo o agito causado por "The Pretender" foi a vez da galera cantar em coro "My Hero". Na sequência, ainda tinha "Learn To Fly". Tantas clássicas logo de início poderiam fazer qualquer um pensar que a apresentação perderia o nível nos blocos seguintes. Com muita conversa entre Grohl e o público, o show seguiu com "White Limo" e "Arlandria", duas faixas de "Wasting Light". Quando Dave pega sua guitarra e dá seus primeiros acordes, logo imaginei "Breakout!". Não deu outra. O coro do público cantando o primeiro refrão, com a banda apenas apreciando foi um dos momentos mais marcantes do show. Mais um ato terminado, hora de uma jam. Dave apresenta os membros da banda, que mostram suas habilidades, e quando chega a vez de Pat Smear, eu pensei que finalmente iria ver ele mostrar suas habilidades e justificar sua participação no Nirvana e no Foo Fighters. Mas o cara simplesmente pega a guitarra e esfrega na caixa de som. Claro que a galera vai a loucura com a atitude, aplaude e grita, mas Smear ainda fica devendo. Quando Taylor Hawkins é apresentado, todos aplaudem muito ao que é um dos grandes bateristas da atualidade. Ele faz seu solo, mas chama Grohl para as baquetas, o que o público aprova com louvor, é claro. Isso tudo era uma justificativa para Hawkins ir para o microfone cantar "Cold Day in The Sun", uma das faixas mais melódicas e lentas da apresentação. Voltando a frente do palco, Grohl inicia a grande "Long Road To Ruin", e depois, finalmente, uma música do primeiro CD, "Big Me". Aí, uma de minhas preferidas começa a tocar: "Stacked Actors" tem que estar em qualquer show dessa banda. A faixa se estica com mais alguns minutos de jams onde na vez de Smear se apresentar, ele quebra sua guitarra e sai do palco. O auge dessa foi quando Grohl toca um trecho de "Feel Good Hit of The Summer" do Queens of the Stone Age como intro do derradeiro e matador último refrão. Com essas últimas faixas, o público deu uma esfriada, pelo que pude perceber, mas "Walk" tratou de agitar tudo novamente. "Generator" não é unanimidade entre o público, mas curti a escolha pro set. "Monkey Wrench" voltou a agitar a galera e fez Grohl se preparar melhor para fazer seu característico berro. Faixas mais antigas como "Hey, Johnny Park!", "This is a Call" e o cover de Pink Floyd "In The Flesh?" (curti essa, não sei porque), deixaram o publico mais parado. Mas "Best of You" não. Todos cantaram a faixa inteira, e surpreendaram a banda com os milhares de cartazes com "OH!" na hora do coro final. Grande fim da primeira parte do show.

Dave Grohl se diverte no LollaBr

Com Grohl e Hawkins, no telão, brincando com público e negociando quantas músicas mais deveriam tocar, ficou perceptível que essa banda é diferenciada das demais no cenário atual. Chegando ao consenso de que tocariam mais 5 canções, eis que os caras nos surpreendem novamente: primeiro porque acabaram tocando mais 6, segundo porque voltaram com a rápida, pesada, e surpreendente (pro setlist) "Enough Space", e depois seguiram com a antiga "For All the Cows" e a novíssima "Dear Rosemary". E por último, por chamarem ao palco a grandiosa Joan Jett, após vários agradecimentos de Dave à ela mesma, Perry Farrel, Jane's Addiction ("Eles foram o Led Zeppelin da minha geração!") e ao Lollapalooza. Tocaram "Bad Reputation" e "I Love Rock And Roll", mais clássicas, impossível. Depois, para a alegria geral da nação, a esperada e até certo ponto previsível - quem se importa - "Everlong". Épica, e emocionante, fez algumas dezenas de pessoas entoarem seus versos.

Fim de show, Grohl agradece ao público com beijos e corre de um lado ao outro do palco com a famigerada bandeira do Brasil. Missão cumprida com êxito, superando problemas na garganta, que em alguns momentos foram visíveis, digo, audíveis. Aos que presenciaram esse momento, restou voltar pra casa, e guardar na memória esse show histórico, o que não deve ser muito difícil.

Para mim, poderia rolar algumas músicas do debut album, como "I'll stick around" e "Oh, George", ou até as mais recentes "Bridge Burning" e "Back and Forth", mas não tem como tirar qualquer faixa escolhida pro set pra substituir. Para mim, as passagens mais marcantes dessa apresentação ficaram com "All My Life". "Breakout", "Stacked Actors", "This is a Call" e "Best of You". O set completo, aqui.

6.4.12

O que o dia 05/04 tem de errado?

Alice In Chains: há 10 anos Layne morria vítima de overdose

05/04/1994: Kurt Cobain, líder da banda Nirvana, suicida-se no auge da fama

05/04/1998: Cozy Powell, lendário baterista, morre após um acidente de carro


Que zica ein, dia macabro.


Mas o que importa agora é o dia 07, o tão esperado Lollapalooza chegou, vamos ver no que vai dar. Grandiosa atração da primeira noite, o Foo Fighters fez um show na Argentina essa semana, e eu curti o set. Com covers de Ramones, Pink Floyd, Queens of The Stone Age e uma jam com a Joan Jett não tem como ficar ruim, né? Só tomara que os problemas que Dave tem tido na garganta não o atrapalhem amanhã.

4.4.12

Estádio do Morumbi, 01/04/2012


Se me perguntassem a alguns meses atrás se eu iria em um hipotético show do Roger Waters, eu iria perguntar: "Quem é esse cara?", e na verdade foi o que fiz, no fim do ano passado. Nunca fui muito propenso a escutar Pink Floyd, escutava lá de vez em quando as antológicas "Another Brick in The Wall Pt.2" e "Wish You Were Here". Pois bem, acabei baixando o "The Wall" por curiosidade, só que mais por vontade de ouvir "Comfortably Numb" em um fatídico dia. E poucos dias depois, quando percebi que estava ouvindo o álbum umas 50 vezes ao dia, resolvi embarcar no espetáculo que Roger Waters iria nos proporcionar aqui no Brasil.

Quanto a organização do show, foi a melhor que eu já presenciei. Isso porque "The Wall Live" precisava ser apresentado em uma area/estádio. Em outros shows as pessoas formavam uma fila quilométrica pra se afunilar em uma única entrada. A entrada foi rápida, e a escolha do lugar não foi muito complicada, visto que entrei no estádio umas 2 horas e meia antes de o show começar. Primeiro show sem ser na pista. Olhei para cima, em um dos refletores, e percebi um pequeno avião pendurado, com um cabo que o levava até o grandioso muro, somente esperando a sua hora de entrar em cena. A empolgação só aumentava.

Avião pronto pra entrar em ação
O tempo até que passou rápido, apesar do pequeno atraso (15 minutos). Mas quando os projetores se voltaram ao muro, as luzes do estádio se apagaram, e os primeiros acordes de "In the Flesh?" saíram das várias torres de som em volta do estádio, tive a certeza de que um grandioso espetáculo estava por vir, se é que restava alguma dúvida disso. Ao fim da música, o avião faz seu papel, atigindo o muro, e o efeito sonoro de sua queda e impacto foi incrível. Fogos de artifício e um show de luzes escerraram a primeira faixa. Seguindo, "The Thin Ice" para dar uma acalmada nos ânimos. Depois, uma das melhores sequências do álbum (Another Brick in The Wall Pt.1/The Happiest Day of Our Lives/Another Brick in the Wall Pt.2) já me fez pensar que o show poderia acabar ali, que o ingresso já tinha valido a pena. O efeito sonoro do helicóptero que inicia "The Happiest" foi incrível, e as crianças cantando a segunda parte de "Another Brick", também. Ao final, todas elas "atacando" o gigante professor que atormenta suas vidas. O show poderia ter acabado ali, mas ainda tinha muito, mas muito mais. A grandiosa "Mother" foi entoada por muitos, e o solo em que ela culmina é um dos melhores da peça. "Goodbye Blue Sky" serviu para dar mais uma acalmada, e as imagens no telão foram espetaculares. Uma de minhas favoritas do primeiro ato, "Empty Spaces" (para mim uma introdução a "Young Lust") ficou meio camuflada com a entrada de "What Shall We Do Now?" no meio, música ausente no álbum. "Young Lust" apresenta grandes guitarras e imagens "calientes" no telão/muro. Após isso, "One of My Turns", que apresenta grande evolução. Então, uma de minhas preferidas do álbum, que não decepcionou na apresentação: "Don't Leave Me Now". Para encerrar o primeiro ato, mais uma pitada de "Another Brick in the Wall", na sua terceira parte, "The Last Few Bricks", outra ausente no disco, e a melancólica "Goodbye Cruel World", para deixar o muro completamente fechado. Era hora do intervalo, luzes acessas novamente.


Depois de 20 minutos em que o palco serviu de mural para apresentar vítimas de guerra, as luzes se apagam novamente e os acordes marcantes de "Hey You" levantam o público na mesma hora. Nesse momento o show estava focado apenas nas projeções do muro e os efeitos sonoros, visto que a banda estava atras do colosso de 11 metros de altura. Uma de minhas preferidas do segundo ato, "Is There Anybody Out There?", também marcou pelas imagens exibidas e pelos seus acordes finais. Uma abertura é feita no muro, e então temos Roger Waters sentado em uma poltrona, em um cenário de hotel, cantando "Nobody Home" e depois "Vera" e "Bring The Boys Back Home" com imagens de soldados voltando pra casa. Essas quatro belas canções têm para mim o pretexto de nos preparar para o momento mais marcante e emocionante da noite. A épica "Comfortably Numb" fez os milhares de fãs se levantarem nas arquibancadas novamente e entoarem seus versos. Com Waters a frente do muro, efeitos visuais hipnotizantes e solos memoráveis da guitarra de Dave Kilminster, o público ficou confortavelmente estasiado. Para seguir e quebrar um pouco o gelo, temos "The Show Must Go On" e "In The Flesh!", que agitou o público novamente, com belas cenas e muita crítica social envolvida. Outra que empolgou bastante o público foi "Run Like Hell", e "Waiting For The Worms", com Waters de megafone, nos hipnotizava com suas imagens e nos preparava para o gran finale do show. Com "Stop" como preparativo, "The Trial" encantou com a animação exibida, culminando com a tão esperada derrubada do muro, aos gritos de "Tear down the wall!". Para encerrar, "Outside The Wall", tocada aos aplausos do público, e após isso, Roger Waters apresenta cada um dos músicos enquanto eles vão deixando o palco. Fim do espetáculo, ali, no estádio, mas não na memória das aproximadamente 70 mil pessoas que presenciaram esse épico.
 

Setlist 
- Parte 1:
1 - In the Flesh?
2 - The Thin Ice
3 - Another Brick in the Wall (Part 1)
4 - The Happiest Days of Our Lives
5 - Another Brick in the Wall (Part 2)
6 - Mother
7 - Goodbye Blue Sky
8 - Empty Spaces
9 - What Shall We Do Now?
10 - Young Lust
11 - One of My Turns
12 - Don't Leave Me Now
13 - Another Brick in the Wall (Part 3)
14 - The Last Few Bricks
15 - Goodbye Cruel World

- Parte 2
1 - Hey You
2 - Is There Anybody Out There?
3 - Nobody Home
4 - Vera
5 - Bring the Boys Back Home
6 - Comfortably Numb
7 - The Show Must Go On
8 - In the Flesh
9 - Run Like Hell
10 - Waiting for the Worms
11 - Stop
12 - The Trial
13 - Outside the Wall

30.3.12

A_rocknews [37]

Algumas bandas mais sumidas nesses últimos meses - ou até anos - têm certas novidades para nós.
O Soundgarden, que já teve seu retorno anunciado a algum tempo, lançou essa semana um preview de uma canção nova, chamada "Live to Rise". Segue o trecho:


A música (dessa vez completa) estará na trilha sonora do filme "The Avengers", e a banda liderada pelos grandes vocais de Chris Cornell já lançou outras duas canções desde o seu retorno. Fortes indícios de que o primeiro álbum de inéditas em 16 anos saia esse ano ainda. Grandes expectativas.

***

Outra banda sumida (mas que não estava em hiato) resolveu se manifestar: o Offspring anunciou que as gravações do sucessor do contestadíssimo "Rise and Fall, Rage and Grace", de 2008, estão finalizadas. Dexter Holland e sua turma precisam provar com esse álbum que continuam muito vivos no cenário. Ao que tudo indica, o álbum (sem título ainda) sai esse ano, e quando sair, quero ouvi-lo e analisá-lo bem, por pura curiosidade, pois quero saber que rumo uma banda típica e tão popular no início da década passada tomou.

***

Atravessando o Pacífico, a Austrália não traz novidades tão empolgantes assim não. Os Jet anunciaram o encerramento de seus trabalhos, após três álbuns de estúdio. Banda que conheci a pouco tempo, mas que tive uma boa primeira impressão. É uma pena mesmo.

***

E a expectativa aumenta: depois de Porto Alegre e Rio de Janeiro (nesta noite), é a vez de São Paulo receber o aclamado show The Wall Live, com Roger Waters. Ler a resenha do show de domingo só fez essa agonia aumentar. Estádio do Morumbi, São Paulo, dia 01/04. Piada pronta, mas até parece mentira. Ansiedade lá no alto, e claro, semana que vem minha humilde resenha do espetáculo. Para aliviar a tensão, segue uma prévia do que milhares de pessoas - como eu - verão. No vídeo, um momento único, talvez um último suspiro de Pink Floyd. Emocionante.

16.3.12

Metal Open Air

Via notícias esporádicas, mas confesso que não estava dando muita bola para esse festival. O metal não é a minha praia, mas esse evento foi ganhando corpo e proporções cada vez maiores, a cada banda escalada. Vai ser daqui a pouco mais de um mês, em São Luís do Maranhão. O nordeste vai ter três dias de muito metal e bandas como Megadeth, Anthrax, Fear Factory, Anvil, Matanza e Motorocker prometem colocar o Parque Independência abaixo. Que esse festival sirva de exemplo a empresários que ainda não se ligaram que o rock gera renda e lota estádios e parques aqui no Brasil, para que cada vez mais tenhamos eventos de grande porte por aqui (SWU, Lollapalooza, RIR). Só pra ter noção do tamanho do festival, segue o lineup:


Festival esse que já tem o seu hino. Trata-se da faixa "At M.O.A." do Shaman. Segue para audição:



Ah, antes que eu esqueça: A grande sacada da produção, além das bandas em si, foi na escolha do Apresentador oficial. Ter o Charlie Sheen só apresentando as bandas é uma atração por si só.

15.2.12

God Save The "The Best Of"'s!

E o pior é que isso ajuda de verdade. Compilações e Coletâneas foram as melhores invenções da indústria fonográfica. Por um lado, se eu conheço uma banda e toda sua discografia, dou pouco valor a esse tipo de trabalho, salve suas tradicionais faixas bônus, que geralemente são inéditas. Porém, considero as coletâneas a melhor forma de se conhecer um artista, pelo menos para tirar uma primeira impressão. Claro que sei que um "The Best Of" não quer dizer nada de uma banda, muitas vezes seus melhores trabalhos estão escondidos em um b-side ou em um bootleg, mas um "Best of" tem lá sua importância, e eu to valorizando isso. Dessa forma, se eu gosto do "The Best Of" (quando ele existe) parto pra discografia da banda geralmente.

E acho que logo partirei para esse nível de interesse com duas bandas em especial. Essa semana está sendo dedicada a praticamente essas duas bandas que são diferentes e várias questões. Onde? Quando? O que?  To ouvindo os "Best of" de Blur e Rush. Isso mesmo. Reino Unido x Canadá. 70's x 90's. Britpop x Progrock (será mesmo?). Bandas totalmente diferentes, mas que ao mesmo tempo têm dividido minha atenção.

Os caras mandam muito bem, realmente

Já sinalizei anteriormente aqui sobre o Rush, quando escutava apenas YYZ, Cold Fire, Xanadu e Superconductor, faixas essas ausentes da coletânea que ando escutando. O estilo dos canadenses confesso, não me agradou de primeira, mas a qualidade musical de Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart é indiscutível. A coletânea que baixei (prenda-me se for capaz) não é oficial, mas é bem similar à "The Spirit of Radio: Greatest Hits 1974-1987", de 2003. Grandes clássicos como "Fly By Night", "Closer To The Heart" e "Tom Sawyer" estão em ambos os discos. Mas nesse tempo, já consigo destacar duas canções dessa coletânea. "Working Men" e "2112 Overture/The Temples of Syrinx" merecem muita atenção e são alguns dos "Rock's da vez" da semana.

Muito mais que apenas "Song 2", mas muito mesmo

Cruzando o atlântico e chegando à terra da Rainha, voltamos vinte anos no tempo com músicas entre 1990 e 2000, época de maior produtividade de Damon Albarn, Graham Coxon, Alex James e Dave Rowntree. Depois ainda lançaram "Think Tank" e pararam. Em 2009 se juntaram novamente, fizeram um show memorável em Hyde Park, lançaram um single e até agora mais nenhuma novidade. O "Best of Blur" conta com sucessos já conhecidos por mim anteriormente, como "Song 2" (quem jogava FIFA 98 já ouviu essa hauhahauh), "The Universal", "Girls & Boys" e "For Tomorrow" (refrão pegajoso). Mas, prestando mais atenção em todo o CD, noto outras grandes canções, a começar por "Beetlebum", "End of a Century", "Tender" (outro refrão grudento) e "Charmless Man".

Já vi que terei mais algumas músicas de Rush e Blur pra ficar na cabeça por alguns dias mais. E quem disse que isso é ruim? Enquanto isso, segue vídeos com destaques dessas duas bandas:





22.12.11

Combo 3x

Ontem a noite, fuçando as interwebs tive vontade de conhecer mais sobre o lineup do Lollapalooza. Como ninguém mais, ninguém menos que o próprio Dave Grohl recomendou (vide abaixo), resolvi dar uma chance à uma banda chamada Cage the Elephant, banda que poderei conferir, pois tocam no dia 7. Do outro dia do lineup, resolvi conhecer outras duas: MGMT, que eu já tinha ouvido falar, e Black Drawing Chalks, banda essa que ouvi boas recomendações.




Se Dave falou, tá falado

Mas vamos às bandas.

Passei o dia ouvindo essas bandas, e a primeira audição do dia foi com o Black Drawing Chalks. A banda é de Goiânia, e faz um som que gostei muito. Soa bastante como Strokes, o vocal lembra de certa forma o de Julian Casablancas. A diferença é que as guitarras ganham bem mais peso, pelo menos foi essa a impressão que tive na primeira vez que ouvi. Baixei o disco Life is a Big Holiday for Us (daqui), e não me arrependi, ouvirei mais vezes.

A segunda banda do dia foi o Cage the Elephant, banda essa que to ouvindo nesse momento também. Não é a toa, essa foi a que mais me empolgou já na primeira passagem. Além disso, já consigo destacar algumas músicas, e isso é bem raro de acontecer. O som me lembra bastante Arctic Monkeys, mas algum elemento em suas composições me empolgou mais a continuar ouvindo o CTE. Curti de primeira as músicas "In on Ear", "Lotus" e "Back Against The Wall", do CD homônimo deles, que baixei aqui. Tenho boas esperanças quanto a essa banda, que foi uma das recomendadas pelo Dave.

E por último ouvi MGMT. Ainda não ouvi o álbum "Oracular Spectacular" por completo (que baixei aqui), mas o som das primeiras faixas não me empolgou muito de primeira, vai ver porque eu tava a tarde toda trabalhando e não aguentava mais ouvir música, vai saber. Quero ver se escuto durante o resto da semana pra ter uma opinião mais completa sobre essa banda.

Quero ver se baixo mais alguma coisa desse Lineup aí, principalmente de bandas do dia 7, já vi que tem coisa boa ali no meio.

As bandas do dia
***

Mudando de assunto, que trollada do Roger Waters, ein? De sábado para terça, aí complica. Irei de qualquer forma, sei que vale a pena, mas essa mudança eu não curti muito não.

***

E antes de ir-me (!), interessante foi a entrevista do Paulão (Velhas Virgens) comentando sobre a polêmica entre Lobão e Perry Farrell. O Lobão sempre foi um cara meio polêmico, parece que vive disso, e pelo jeito ele mesmo acabou menosprezando certas bandas nacionais com sua declaração (nem que por tabela), mas não mudo minha opinião. Ele tinha o direito de fazer o que fez, e fez bem em deixar explícita toda essa situação. Pois de qualquer forma, o que desencadeou toda a polêmica foi uma certa falta de respeito da organização do Lollapalooza.

4.12.11

EEE domingo

E se foi outro fim de semana. Puta preguiça de postar durante a semana (muito devido à falta de tempo mesmo), estou aqui, à espera do dia 5, pra tentar conseguir minha vaguinha no Lollapalooza ano que vem. Concordo em número, gênero e grau com o texto do whiplash! sobre os preços abusivos e a falta de respeito do Sr. Perry Farrell. Até comentei disso dias atrás por aqui. Mas mesmo assim, vale a tentativa, quero ver Foo Fighters, fazer o que. E tem Joan Jett, O Rappa, Marcelo Nova e Wander Wildner também no mesmo dia, que eu gostaria de conferir.

*****

Aliás os Foo Fighters tiveram um ótimo ano, e seu álbum Wasting Light foi indicado ao Grammy. Concorre como melhor álbum de rock com os Peppers, Wilco, Jeff Beck e Kings of Leon. Acredito na banda de Grohl e cia. como favorita. Além disso, concorre na categoria de melhor performance hard rock com Dream Theater, Megadeth, Mastodon e Sum 41. Uma verdadeira salada nessa categoria, em que eles concorrem com a música White Limo. Concorre como melhor álbum do ano também, com Adele, Rihanna, Bruno Mars e Lady Gaga. Acho esse mais difícil. Essa Adele é a nova queridinha da indústria fonográfica, e tem seus méritos. Tem a melhor performance de rock com a música Walk (concorre com Coldplay). Enfim, o Foo Fighters fez um grande álbum e merece um ou outro Grammy por isso. Cerimônia dia 2 de fevereiro.

*****

Tenho umas 3 listas bem legais pra comentar aqui, mas fica pro resto da semana. Só pra dar uma descontraída no domingão de noite, segue algumas capas do rock feitas em lego (sei lá, me deu vontade de postar isso):

The Strokes - This is It


Kaiser Chiefs - Yours Truly, Angry Mob


Muse - Black Holes and Revelations


Nirvana - Nevermind


The Offspring - Americana


Pink Floyd - The Division Bell

















Curti bastante essas, mais algumas tem aqui.

25.11.11

A_rocknews [32]

Bem, nesse dia (diga-se ontem) que se completam 20 anos da morte de Freddy Mercury, a maior nova (não boa) é que parece que foi confirmado mesmo o show único do Foo Fighters por aqui. Na Argentina são dois shows, e no Brasil é só em uma noite do Foolapalooza (curti o trocadalho). Parece que por questões contratuais, será somente isso! Depois de onze anos (falha da banda ficar 4 -QUATRO- turnês sem passar por aqui), os caras vem pra tocar uma noite só mesmo. Agora é correria pra conseguir ingressos, e tomara que eu consiga o meu. Só como lembrança, vai um aí um vídeo do show deles no Rock in Rio (Dois mil e um!), da turne There's Nothing Left to Lose, de 1999:


Isso só aumentou a vontade de ir no show, pqp

22.11.11

Segundo Round

ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ DO BRASIL!!
Golaço! O Brasil amplia o placar, com gols de João Luiz Woerdenbag Filho e Roger Rocha Moreira! 2x0!
Pelo menos pra mim é.

No ooooutro domingo, dia 13, o Ultraje a Rigor de Roger Moreira e cia. entrou no palco do SWU literalmente a chutes e socos. E essa semana, outra discussão envolvendo artistas brasileiros e gringos tá quente. Lobão, o Woerdenbag Filho, resolveu se retirar do lineup do Lollapalooza, por crer que a produção do evento esteja fazendo pouco caso das atrações nacionais, só as escalou por obrigação (tem até lei pra isso). Conhecido por ser polêmico, muitos poderiam pensar que o cara só estava querendo aparecer e tal. Mas seus argumentos tem todos os fundamentos possíveis. Ele concordou em tocar num horário miserável (15h30), mas quando viu que todas as atrações nacionais subiriam ao palco no começo da tarde também, que ele resolveu se manifestar. Parece que surtiu efeito, e a produção vai jogar algumas bandas de nossa terrinha em um horário mais nobre. Concordei com a postura do Lobão em criticar esse ponto, e parecia que tudo correria bem, até que Perry Farrell (Jane's Addiction, idealizador do evento) deu sua infeliz declaração. Pura babaquice sem sentido, que só confirmou seu desprezo pela cultura nacional, além de desmerecer o trabalho do Lobão. Nem conheço o trabalho do cara, mas a falta de respeito do Perry foi grande. Lobão e Roger estão certos, tem que dar tapa na cara de gringo e impor respeito. Não é bem por aí não, chegar e fazer o que bem entende. Tá certo que ele pode não conhecer nenhuma das atrações nacionais escaladas como disse na coletiva, mas se realmente a intenção era jogar os nativos pro começo da tarde, foi uma puta bola fora do Perry Farrell e sua produção.

Realmente, eles não têm a intenção de ser só mais um rostinho bonito na mídia

21.11.11

Viva Lolla! Com rock da vez [5]

Talvez nem tanto. Mas, as fortes suspeitas que rondavam o lineup do festival  foram confirmadas, com o Foo Fighters de headliner, ao lado do Arctic Monkeys e de Jane's Addiction, claro. Tem Joan Jett and The Blackhearts também, entre outras atrações. Como anfitriões, Velhas Virgens, O Rappa, Wander Wildner, Marcelo Nova e mais alguns ae. Lineup bom, mas acredito que assim como eu, muuuita gente quer ir pelo Foo Fighters. Esse show eu não quero perder por aqui, e será uma semana depois do show do Roger Waters. 2012 nem começou e já promete. Que venha Roger Waters, que venha Lollapalooza!

Aliás, falando em Roger Waters, em Pink Floyd, meu vício em The Wall ainda não passou. A música que é o rock da vez pra mim se chama Mother. Os versos dela estão na minha cabeça desde que acordei, e o solo de Gilmour também. A seguir, o vídeo da canção do filme The Wall (ainda não vi, que vergonha!). A versão é um pouco diferente da do álbum (consegue ser mais parada ainda), mas ainda assim é grandiosa.




16.11.11

Férias né

Férias o cacete. Quem me dera fossem férias. Passei os últimos seis dias completamente podre devido a uma leve (leve?) gripe. Garganta inflamada, dor de cabeça, febre (pacarai). Sábado, fui pra praia pra beber, e até vomitei (mas não pela bebida), só pra ser ter uma noção da ruína do estado lamentável a qual eu me encontrava.

Mas bom, coisas demais aconteceram nesses dias. Ao som de Yesterday to Tomorrow, da grandiosa Audioslave (cantada por Chris Cornell, um dos muitos assuntos do fim de semana), segue o que teve 'porae':

Basicamente, o que agitou o feriadão foi o grandioso SWU. No domingo, primeiro dos dois dias dedicados ao Rock no evento (parabéns a produção, separando um dia para outros estilos, e grandes nomes também, para os três dias), tivemos como destaque a apresentação do Ultraje a Rigor. Apresentação mesmo, deu tempo pra um 'olá' e nem pra dizer tchau, os caras foram forçados a deixar o palco. Culpa maior foi do tempo que não contribuiu e atrasou os shows, mas aí roadies de outras atrações pressionarem os anfitriões a encurtarem a apresentação foi uma baita falta de respeito. Claro que talvez uma troca de socos no palco, no meio do show fosse desnecessária, mas a revolta de Roger e companhia tem todo o meu apoio. Baita banda o Ultraje, e gringo chega aqui, não conhece porra nenhuma e arruma confusão ainda. Nessa confusão, quase sobrou para Chris Cornell, que tava na hora do show do lado do palco. O cara, pelo que vi em algumas reviews, fez um bom show com músicas dos tempos do Temple of the Dog, Soundgarden e da grande Audioslave, de forma acústica. Pra encerrar a noite, o apoteótico show do lendário Lynyrd Skynyrd. Só de ver os vídeos de Gimme Three Steps, Simple Man, Sweet Home Alabama e Freebird, tive um ínfima noção do quão mágico aquele show foi. Fantástico.

No último dia, com um set mais recheado, tivemos o promissor retorno dos Raimundos (Foda-se o Rodolpho, eu quero ver o oco!), a razoável apresentação do Stone Temple Pilots (não são mais como antigamente), e a elogiada apresentação do Megadeth (não faz meu estilo, mas é grandiosa, toligado). Porém, contudo e entretando, os dois grandes destaques atendem pelos nomes de Faith no More e Alice in Chains. O Faith no More, fez uma grande apresentação, foi "Epic" (mals o trocadalho chulo), e Mike Patton mostrou grande forma na apresentação do headliner da noite de encerramento. Enquanto isso, o Alice in Chains desfilou sucessos (Them Bones, Man in the Box e Would foram de arrepiar), na voz de Jerry Cantrell também, mas muito devido aos ótimos vocais de William DuVall, meio contestado por substituir o eterno Layne Staley. Já tinha visto material da banda com DuVall e achei interessante, o cara tem grande voz e presença de palco, o Alice in Chains não morreu e tem muita estrada ainda, e isso eles provaram no dia 14.

Agora sim, parece que o ano acabou. E em abril tem mais: Lollapalooza 2012. Mas antes -mais precisamente 7 dias- já tenho data e lugar pra esperar ansiosamente: 31 de março, Estádio do Morumbi. Bora curtir The Wall, com Roger Waters!

Ao som de For Tomorrow, da ótima Blur, que é meu rock da vez de vez em quando, encerro minhas atividades por hoje.

10.11.11

A_rocknews [31]

Somente comentários pontuais sobre as novas:

Rammstein: mais teasers do novo vídeo estão online
Depois de algumas semanas, voltei a escutar Rammstein (tava enjoado por um tempo, ahuah) e ouvi a nova "Mein Land". Ótima faixa, que vai ser oficialmente lançada amanhã, no tão esperado dia 11 (Mas porque tão esperado, Julio?). Agora, os teasers que eles estão lançando pra promover o single são demais, bem cara de Tim Lindermann e cia.. O vídeos se encontram no link acima. E abaixo, pode-se imaginar o que vem pela frente, ahahhahaha:


Led Zeppelin: Robert Plant joga pá de cal definitiva
Tá certo que tem fãs sonhadores que imaginam a volta do trio clássico mais Jason Bonham. Eu também acharia uma boa ideia, pelo menos fazer shows em tributo, sem materiais novos. Mas não imaginava que precisava de declaração do Robert Plan -e do próprio Bonham- para encerrar esse assunto. É uma pena.

UFO: em estúdio preparando seu novo trabalho
Tenho escutado UFO com uma certa regularidade, confesso que não conhecia seus trabalhos meses atrás. Mas é admirável como uma banda com tanta história se mantém viva no tempo, lançando trabalhos com regularidade. Nesse quesito, só consigo compará-los ao Lynyrd Skynyrd e aos Rolling Stones.

SWU: organização nega possibilidade de cancelamento
Isso poderia ocorrer devido a um processo judicial, que questiona os valores dos ingressos do ano passado. Fui lesado financeiramente? FODA-SE, valeu a pena mesmo assim! \,,/_

6.11.11

Jigsaw Apelando



À toa, fuçando o bobagento...

Prevejo pessoas cortando seus pés ao som de Luan Santana fim de semana que vem aqui em Joinville

Sem grandes novidades, fora o grande Planeta Terra (com Strokes, Interpol, Beady Eye, etc) e o Pearl Jam por aqui. Só esperando o dia 11 mesmo. Depois, curtir o SWU da TV. Domingo e segunda, principalmente.

31.10.11

Segunda-feira

Eai, joinha?
Se estraga fim de semana, pra se recuperar depois e ficar pronto pra outra na sexta \o/

22.10.11

A_rocknews [30]

20/10/1977: Membros do Lynyrd Skynyrd morrem em acidente aéreo

Tinha que falar sobre isso aqui. O Lynyrd Skynyrd é uma das bandas que eu mais admiro por sua história. Esse acidente poderia facilmente acabar com tudo, mas eles seguiram. E seguiram enfrentando outras tantas desgraças que assolaram seus músicos nos anos seguintes, até os dias de hoje. E a prova disso está aí, a banda continua na ativa, quase que totalmente reformulada, e vem tocar aqui, no SWU, pela primeira vez. Grande Banda.


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A semana seguiu e outras duas novidades (boas) surgiram nas interwebs: o já batido retorno do Black Sabbath pode mesmo acontecer logo, dessa vez Tony Iommi disse que o quarteto original anda tocando junto e que pode sair algo mesmo. A outra boa nova foi a declaração de Liam Gallagher, hoje do Beady Eye, que vê com bons olhos um retorno do Oasis. E seu irmão Noel, partilha dessa ideia. É esperar. E ver quanto tempo mais esses dois se aguentam juntos.